
O levantamento de sistemas e dos Índices Entomológicos realizados pela Vigilância de Endemias em Alagoinhas, apontou que a cada 1,2 domicílios de cada 100 casas da cidade possuem parcialmente um indicador de foco do Aedes Aegypti. Ou seja, a Infestação Predial (IIP) está em 1,2%, número acima indicador registrado no ano passado, que era de 0,7%. Porém, as notificações tem se mantido estáveis em relação ao mês de dezembro, com um total de 02 casos suspeitos.
Esses dados mostram que a cada 100 imóveis visitados pelas equipes de saúde, aproximadamente um apresentou focos mosquito. O percentual ideal para o município seria 0,9%, caracterizando assim o estado de alerta amarelo, ao tempo que o Ministério da Saúde preconiza que deve ter menos de 1 imóvel com presença de Aedes Aegypti em um espaço amostral de 100 imóveis.
O levantamento de sistemas e dos Índices Entomológicos realizados pela Vigilância de Endemias em Alagoinhas, apontou que a cada 1,2 domicílios de cada 100 casas da cidade possuem parcialmente um indicador de foco do Aedes Aegypti. Ou seja, a Infestação Predial (IIP) está em 1,2%, número acima indicador registrado no ano passado, que era de 0,7%. Porém, as notificações tem se mantido estáveis em relação ao mês de dezembro, com um total de 02 casos suspeitos.
Esses dados mostram que a cada 100 imóveis visitados pelas equipes de saúde, aproximadamente um apresentou focos mosquito. O percentual ideal para o município seria 0,9%, caracterizando assim o estado de alerta amarelo, ao tempo que o Ministério da Saúde preconiza que deve ter menos de 1 imóvel com presença de Aedes Aegypti em um espaço amostral de 100 imóveis.