
Como a oficina não vai se prender a ritmos específicos (e, justamente por isso, chama-se “dança livre”), ela e os colegas se sentem à vontade para aprender. “Tudo isso é porque eu sou realmente apaixonada por dança”, explicou Mônica.
Antes de iniciar o trabalho de alongamento, que antecedeu a parte prática da aula, o instrutor Maurício Morim informou que a principal proposta será promover a distração dos servidores que se inscreveram. “Não vamos rotular uma dança específica, vamos trabalhar vários ritmos. Neste primeiro momento, vamos fazer o alongamento, o relaxamento. Nas aulas que forem se seguindo, vamos inserindo outros elementos de dança, conforme a turma for evoluindo”, explicou.
“Queremos que as pessoas se liberem, mesmo porque o dia a dia é estressante e cansativo. E teremos esse momento de descontração, porque a dança faz bem para a alma”, acrescentou o instrutor.
Segundo Maíra, outras atividades de valorização dos servidores serão desenvolvidas nos próximos meses. “Este é mais um dos projetos do Nast, entre outros que vão vir, de atenção plena e destinados ao cuidado com a saúde mental do servidor”, anunciou a coordenadora municipal de Gestão de Pessoas.