
A decisão da Cesta do Povo, em Esplanada, de cobrar pelas sacolas plásticas tem provocado insatisfação entre consumidores do município. O valor cobrado varia entre R$ 0,15 e R$ 0,20 por unidade, segundo relatos de clientes.
A medida, que já é adotada por grandes atacadões do território do Litoral Norte e Agreste Baiano, agora chega ao comércio local e divide opiniões. Enquanto alguns defendem a iniciativa como forma de incentivo à sustentabilidade e redução do uso de plástico, muitos consumidores relatam que a cobrança pesa no orçamento — principalmente para famílias que realizam compras maiores.
Nas redes sociais e em conversas no comércio da cidade, a reclamação é recorrente: parte dos clientes afirma estar buscando outros supermercados que ainda fornecem sacolas gratuitamente. A principal queixa é que nem todos dispõem de recursos para arcar com o custo adicional, nem possuem sacolas reutilizáveis no momento da compra.
A repercussão da medida já começa a refletir no comportamento do consumidor, que avalia custo-benefício antes de escolher onde realizar suas compras. Para comerciantes da região, a decisão pode representar não apenas uma mudança de hábito, mas também impacto direto na fidelização da clientela.
Até o momento, não houve posicionamento oficial do estabelecimento sobre a repercussão da cobrança.
A discussão levanta um debate importante: sustentabilidade ambiental ou impacto financeiro para o consumidor? Em Esplanada, o tema promete continuar gerando debate.